segunda-feira, dezembro 01, 2014

Da carne ou do espírito?


A redução no número de frequentadores em igrejas é uma realidade nos EUA, e, para tentar atrair mais público, uma campanha de financiamento coletivo pretende atrair mais fiéis oferecendo hambúrgueres com fritas. O projeto McMissa (McMass, em inglês) quer levantar US$ 1 milhão em contribuições pelo site Indiegogo para bancar a abertura de uma filial do McDonald's em uma igreja.

“Combinando uma igreja com o McDonald's nós podemos criar uma igreja popular, autossustentável e engajada com a comunidade”, diz o texto de apresentação do projeto, liderado por Paul Di Lucca, que trabalha na agência Lux Dei, especializada em criação de marcas para igrejas.

Segundo o projeto, apenas nos EUA, cerca de 3 milhões de pessoas deixam de frequentar igrejas por ano, e, em 2013, 10 mil paróquias fecharam as portas naquele país. Por outro lado, o McDonald's serve 70 milhões de refeições todos os dias, atraindo 9 milhões de famílias aos restaurantes da rede.

— O cristianismo é incapaz de capturar públicos modernos — disse Di Lucca, à emissora NBC. — Existe uma falta de inovação e "design thinking" nas comunidades paroquiais.

Segundo Di Lucca, as igrejas são pontos ideais para a abertura de novas filiais da marca, já que elas precisam de uma fonte de renda para se sustentarem, precisam de público e possuem linda arquitetura e boa localização.

“Esses atributos são desperdiçados sem um público”, afirma Di Lucca. “Nós precisamos resolver esse problema rapidamente ou as comunidades paroquiais como conhecemos vão deixar de existir. É hora de as igrejas se unirem ao empreendedorismo”.

Até o momento, a campanha prevista para ser encerrada em 16 de janeiro de 2015 arrecadou meros US$ 192. Em troca das contribuições, o projeto oferece brindes que vão desde um “Amém” — para doações de US$ 1 — à colocação de um tijolo com o nome do doador em uma parede da primeira filiam da McMissa — doações acima de US$ 1 mil. A igreja escolhida para receber a filial do McDonald’s só será escolhida caso a campanha seja bem-sucedida.


Fonte: O Globo

domingo, novembro 30, 2014

Projeto de reunificação entre católicos e ortodoxos


O Papa Francisco e o Patriarca Ecumênico Bartolomeu I, líder da Igreja Ortodoxa, fizeram neste domingo uma declaração conjunta em Istambul, na Turquia, que poderia abrir o caminho para a reunificação das duas correntes cristãs, separadas há mais de mil anos.

Francisco assegurou que a união não poria riscos à tradição e aos ritos dos ortodoxos, que seriam mantidos. Segundo ele, "não se trata de absorção nem de submissão, mas sim da aceitação de todos os dons que Deus tem dado a cada um".


Católicos e ortodoxos caminham separados desde o "Grande Cisma" de 1054, quando o grupo de cristãos do Oriente questionou a soberania do papa sobre o credo em Constantinopla (atual Istambul), capital do antigo Império Romano do Oriente.

As palavras históricas foram proferidas durante o terceiro e último dia de viagem do pontífice à Turquia. Em Istambul, Francisco participou da festividade de Santo André, irmão de Pedro e um dos discípulos de Jesus, considerado o patrono da Igreja Ortodoxa. Por ser parente do primeiro papa, o santo também serve como um dos elos de ligação entre a Igreja Católica Apostólica Romana e os ortodoxos.


Fonte: O Globo 


NOTA: Em 2006 o papa Bento XVI também encontrou-se com Bartolomeu I em Istambul, encontro esse cujas implicações proféticas foram muito além do simples ecumenismo.

terça-feira, maio 13, 2014

Papa Francisco prepara a opinião pública para a chegada de extraterrestres

Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, o papa Francisco fez nesta segunda-feira (12) uma reflexão curiosa, durante a qual disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres.

"Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós - verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças - e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice.

Segundo Francisco, o Espírito Santo "sopra para onde quer", e os fiéis, os padres e a Igreja não podem impor limites a ele. "Então quem sou eu para colocar impedimentos", disse o Papa, já respondendo à sua questão.

A declaração foi dada durante uma missa na residência de Santa Marta, no Vaticano.


Fonte: Exame 

NOTA: Os "extraterrestres" terão um papel importante na crise final deste mundo. Para saber exatamente quem serão estes "extraterrestres" leia os posts anteriores.

terça-feira, maio 06, 2014

EUA mais perto de um Estado policial

Os militares dos Estados Unidos, sob a autoridade presidencial, podem prender, sequestrar e deter por tempo indefinido, sem acusação formal — ou sem o devido processo — qualquer cidadão americano que represente uma ameaça à segurança nacional”. Esse entendimento, exposto em uma decisão de um tribunal federal de recursos dos EUA recentemente, foi confirmado pela Suprema Corte do país, de uma forma indireta. Na segunda-feira (28/4), a Suprema Corte se recusou a julgar um recurso contra a decisão do tribunal inferior, o que equivale a mantê-la, noticiam o site WND, a agência Reuters e outras publicações.

Há anos, o fato de a CIA e os militares americanos prenderem suspeitos que representam qualquer tipo de ameaça aos EUA em outros países, e de levá-los para Guantánamo Bay ou outras prisões secretas em vários lugares do mundo, nunca incomodou muito a maioria da população americana. Mas, agora, qualquer americano pode amargar o mesmo remédio dentro de casa — culpado ou inocente, como no caso dos estrangeiros.

Com essa decisão da Justiça, as discussões na comunidade jurídica passaram a girar em torno do conceito de “estado policial”, em que os militares e os órgãos de segurança exercem o poder de polícia sobre a população, sem comprometimento com os princípios do “estado de Direito”.

Não se espera que o Judiciário se mantenha alheio à tentativa do Congresso e do presidente de “estabelecer a base jurídica para o estabelecimento do estado policial e a subjugação da cidadania americana, através da ameaça de prisão e detenção por tempo indefinido, sem direito a advogado, sem direito a confrontar os acusadores e sem o direito a julgamento”, escreveu à corte um grupo de advogados.

Na opinião dos advogados que representaram os demandantes, a decisão dos tribunais superiores coloca em risco os direitos fundamentais de qualquer “criador de caso” (como jornalistas) que, segundo as autoridades federais, possam ter qualquer envolvimento com “terroristas”.

O processo em questão foi movido por um grupo de pessoas e diversas organizações, sob a liderança do jornalista Chris Hedges, um ex-repórter do New York Times, que ganhou um Prêmio Politzer em 2002 por seus trabalhos na “cobertura do terrorismo global”, e a jornalista investigativa islandesa Kristinn Hrafnsson, porta-voz da Wikileaks, alegam que as autoridades federais podem prendê-los a qualquer tempo, por exercer seus direitos constitucionais de informar.

Entre os demandantes também estão nomes conhecidos por suas obras e por sua luta em favor das liberdades individuais, como Daniel Ellsberg, Jennifer Bolen, Noam Chomsky, Alex O’Brien, Kai Warg All e Brigitta Jonsottir, além de alguns parlamentares. E há uma grande variedade de organizações que não têm qualquer relação umas com as outras, nem mesmo de posicionamento político.

Todos buscaram a Justiça na esperança de conseguir uma declaração de inconstitucionalidade da Lei de Autorização da Defesa Nacional. Essa lei especifica o orçamento e as despesas do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, mas também traz outros dispositivos, como o de conferir autoridade aos militares para exercer determinadas ações relativas à segurança nacional.

A lei é reeditada pelo Congresso todos os anos. A edição de 2014 foi aprovada no Senado em um momento em que o país estava distraído com um escândalo, depois de passar, quase sem ser notada, pela Câmara dos Deputados.

A lei não se refere a americanos como “terroristas”. Usa a expressão “extremistas domésticos”, um neologismo que ameniza a terminologia mais dura, para não deixar a impressão que os EUA têm terroristas. Mas condena explicitamente aqueles que se associarem a terroristas ou darem qualquer suporte a organizações terroristas.

Como a lei é vaga, ela é descrita como uma “espada de Dâmocles” sobre a cabeça de qualquer americano que ameace a segurança nacional. Pode ser, por exemplo, um cidadão que divulgue informações ou documentos que coloquem o governo americano em maus lençóis — como o que fez Edward Snowden, o ex-agente de segurança que divulgou milhares de documentos oficiais da Agência Nacional de Segurança (NSA) dos EUA.

“É uma lei claramente inconstitucional”, disse Hedges aos jornais.


“É um enorme e grave assalto à democracia. Ela subverte 200 anos da legislação que mantém os militares fora das políticas domésticas do país”.

“A Suprema Corte não teve coragem de confrontar o Congresso e o governo para proteger os cidadãos americanos contra detenção militar. O governo ganhou e, assim, criou um momento trágico para o povo americano. Algum dia isso será visto como uma vergonha para a Suprema Corte”, disse o presidente do Instituto Rutherford, John Whiteehad.

Há precedentes de detenção em massa. Em 1944, durante a Segunda Guerra Mundial, o governo dos EUA prendeu e colocou em campos de concentração milhares de japoneses-americanos. E fez isso com as bênçãos da Suprema Corte, no caso Korematsu v. United States.

Para os críticos da lei, o governo Obama pode negar que haverá prisões indiscriminada de cidadãos americanos, porque a história mostra que o governo americano não é avesso a fazer isso.

quinta-feira, abril 03, 2014

Congressistas de Israel chegam a acordo sobre a guarda do domingo

Os congressistas de Israel Silvan Shalom (Likud), Naftali Bennett (Jewish Home), e Rabbi Shai Piron (Yesh Atid), chegaram a um acordo sobre a proposta em andamento para introduzir o domingo como um dia livre de trabalho e de aulas. Entendendo: propuseram um domingo de descanso por mês.

O compromisso é o resultado de uma série de encontros entre os congressistas e o presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel. A ideia da mudança gradual é uma solução temporária, a qual equilibra as necessidades das famílias com as necessidades da economia de Israel.

Se o acordo for implementado, um fim de semana longo [sábado/domingo] por mês será decretado durante o ano letivo - mas não durante as férias de verão ou o período de Grandes Festas. Em compensação, dias de aula serão implementados em datas atualmente tidas como "dias extras" durante o ano letivo.

O congressista Shalom [Likud] tem liderado a iniciativa por três anos, com algum sucesso; a qual tem sido bem recebida pelos três maiores partidos da coalizão - Likud, Jewish Home, e Yesh Atid. O anúncio torna a proposta mais provável de ser implantada na prática.


Já o partido de Naftali Bennett, o Jewish Home, demonstrou apoio para incluir o domingo no fim de semana. Enquanto a sexta-feira é frequentemente usada para a preparação do sábado, os congressistas do Jewish Home acreditam que fazer do domingo um segundo dia de descanso tornaria os israelenses mais aptos a guardar o sábado.

Vários israelenses atualmente usam o sábado para fazer suas compras e outras tarefas que violam a santidade do sábado, argumentou Rabbi Eli Ben-Dahan, congressista do Jewish Home.

Redefinindo o fim de semana ao incluir o domingo em lugar da sexta-feira poderia também causar impacto na população de não-judeus em Israel. Opositores da proposta dizem que isso seria ruim para o maior grupo minoritário de Israel - os muçulmanos - que guardam a sexta-feira como dia de descanso.

Fonte: Israel National News 

NOTA: Até o Estado de Israel está dobrando os joelhos perante Roma!! (O domingo é o sinal da supremacia de Roma). A crise final está às portas...

sexta-feira, março 28, 2014

Obama encontra-se com o papa Francisco no Vaticano

O Papa Francisco e o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, reuniram-se, esta quinta-feira [27], no Vaticano, durante 50 minutos e discutiram o direito à vida, tráfico humano e conflitos mundiais.

A reunião durou mais do que a habitual conversa de meia hora entre o papa e os chefes de Estado e de Governo que o visitam.

Depois de trocarem prendas, Obama e Francisco saudaram-se com um longo aperto de mão, ainda que o Papa sempre tenha mantido um semblante sério.

A reunião começou às 10:30h (hora local), tendo o Papa recebido Obama na sala do "Tronetto", junto à biblioteca privada.

"É maravilhoso conhecê-lo", afirmou Obama a Francisco, que respondeu "bem-vindo, senhor Presidente".

Obama enviou saudações da sua família ao Papa, referindo que a última vez que esteve no Vaticano visitou o seu antecessor, Bento XVI, tendo sido acompanhado pela mulher e filhas.

"Houve uma conversa sobre questões de particular relevância sobre a Igreja naquele país (EUA), como o exercício dos direitos de liberdade religiosa, da vida e da objeção de consciência", refere um comunicado do Vaticano.

O Papa defendeu o direito dos médicos que se recusam a realizar abortos nos Estados Unidos.

Obama e o Papa Francisco concordaram, durante a reunião, sobre um "compromisso comum" para erradicar o tráfico humano e discutiram a reforma da imigração nos Estados Unidos.

Os dois chefes de Estado sublinharam a necessidade do direito internacional ser respeitado em zonas de conflito em todo o mundo e uma "solução negociada entre as partes envolvidas" nestes conflitos, refere o comunicado do Vaticano, que não menciona que conflitos foram abordados na reunião.

O Papa presenteou Obama com a sua primeira exortação apostólica, "Evangelii Gaudium" (a alegria do evangelho), publicada a 26 de novembro, e um medalhão que representa o "anjo da paz", como o próprio Francisco explicou a Obama.

O presidente norte-americano disse que o texto iria dar-lhe força em situações vividas no Salão Oval e pediu ainda ao papa para rezar por ele e sua família.

Obama entregou ao Papa uma caixa em couro e madeira com sementes de frutas e legumes dos jardins da Casa Branca, para serem plantadas nos jardins da residência de verão de Francisco, em Castel Gandolfo.

"Se tiver a oportunidade de vir à Casa Branca, conhecerá os jardins", disse Obama, a que o Papa respondeu em espanhol: "porque não?".


Fonte: Jornal de Notícias 

No dia em que manteve o primeiro encontro no Vaticano com o Papa Francisco, Barack Obama deu uma entrevista ao jornal italiano Corriere della Serra onde pediu ao mundo que "ouça a voz do Papa". Sobretudo nas questões relacionadas com a pobreza e com as injustiças criadas pelo fosso entre ricos e pobres, já que noutras temáticas - como a contracepção e o aborto - não é possível encontrar consensos.

Fonte: Económico 

NOTA: É o 27º encontro de um presidente norte-americano com o bispo de Roma. Atualmente os EUA são vassalos do Vaticano porque o protestantismo se apostatou e se deixou levar pelos encantos diplomáticos da Santa Sé, a qual não mudou nada na sua essência. Os EUA, pelo contrário, estão flertando com a união de Igreja/Estado (especialmente a ala fundamentalista/republicana) seguindo as pegadas de Roma. Obama é mais uma marionete nas mãos do Vaticano e dos banqueiros mundiais. E apesar da sua ideologia "progressista" (leia-se marxista) tem como conselheiros mais próximos líderes formados nos maiores colégios jesuítas da América.

Forte crise econômica é iminente

A crise [financeira] que nos espera será pior que a de 2000 e a de 2008, e afetará tanto Wall Street como a economia global, assegurou o Wall Street Journal resumindo as opiniões dos líderes financeiros a quem entrevistou durante o último ano. O que nos espera a frente é uma anomalia, algo imprescindível: fatores desencadeadores macroeconômicos que poderiam acelerar uma recessão chegaram a um ponto crítico, assinalou o periódico. A razão subjacente é simples: "uma política monetária fundamentalmente defeituosa", quando o Sistema da Reserva Federal segue "imprimindo dinheiro barato".

"A Reserva Federal deve deixar de dirigir a economia. Sem mais dinheiro barato, recompras de dívida e investimento em empresas privadas", exortou David Stockman, diretor do Escritório de Administração e Pressuposto dos EUA entre 1981 e 1985.


Da mesma forma, William Hunt Gross, co-fundador do PIMCO, um dos maiores gestores de ativos de investimento global de renda fixa do mundo, advertiu sobre uma "supernova de créditos". E detalhou que sua empresa tem dois bilhões de dólares em risco no caso do dinheiro barato da Reserva Federal explodir.

"O banco de investimento que há apenas uma década promovia o desenvolvimento de pequenos negócios agora está dominado por uma especulação forçada", insistiu Gross.

O mundo está preso por uma megabolha que não tem nome e é alimentada pelo Sistema da Reserva Federal dos EUA, advertiu o analista da Société Générale, Kit Juckes. Esta bolha "está a ponto de estourar, como aconteceu com a crise financeira asiática, a bolha 'ponto com' e o sistema de créditos", especificou.

'Tictac, tictac, boom!' foi o título principal do portal InvestmentNews em um dia deste mês de março. O diário, especializado em dados, investigações e prognósticos para conselheiros financeiros advertia que milhões de investidores não tinham a mínima ideia do que aconteceria. Mais cedo ou mais tarde haverá "outra batalha feia" relacionada com a dívida e os mercados ficarão "assustados": qualquer tendência "seria suficiente para paralisar a economia mundial e incliná-la para recessão", insistiu ainda o economista norte-americano Nouriel Roubini, quem prognosticou a bolha imobiliária nos EUA e a recessão global de 2008.

Gary Shilling, colunista do 'Forbes', advertiu sobre uma bolha em expansão e uma grande comoção se aproximando. Calculou um crescimento muito lento do PIB real para os próximos oito anos, de apenas 2%, e previu uma desaceleração global ainda mais grave durante a próxima geração, chegando a zero. 


"Estou 100% seguro de que a crise para a qual estamos caminhando será muito pior que a de 2008", opinou, por sua parte, Peter Schiff, diretor executivo da Euro Pacific Capital, uma corretora norte americana da bolsa.

Fonte: Russia Today 


NOTA: Seguramente, uma crise econômica sem precedentes fará parte da equação do tempo do fim...

Turquia planejava ataque falsa bandeira

"Se necessário, enviarei quatro homens a Síria. Poderíamos provocar uma guerra lançando um míssil a Turquia.Poderíamos, também preparar um ataque a tumba do Xá Suleiman, um enclave turco em solo sírio onde repousam os restos do fundador da dinastia otomana".

Estas foram supostamente as palavras que pronunciou Hakan Fidan, chefe da Inteligência turca e braço direito de Tayyip Erdogan [Primeiro-ministro da Turquia], durante uma reunião de alto nível no último dia 13.

Duas gravações desse encontro secreto, em que participaram Fidan, o ministro do Exterior Ahmet Davutoglu, e o segundo chefe do Estado Maior, foram publicadas no site do periódico Cumhuriyet nesta quinta [27].

Na reunião, os presentes supostamente debateram como forçar uma ação armada na Síria e suas consequências militares.

A opção discutida, conforme os comentários que aparecem registrados, era lançar um atentado de falsa bandeira contra interesses nacionais que legitimaria na arena internacional uma intervenção em defesa da soberania turca.

Esta semana, o líder da oposição Kemal Kiliçdaroglu advertiu, referindo-se a fontes próprias, da possibilidade da Turquia atacar a Síria a fim de ganhar apoio eleitoral e desviar a atenção dos casos de corrupção política veiculados especialmente pela Internet.

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Fonte: El Mundo 

Agenda para implantar um governo mundial